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Publicado por : Unknown domingo, 17 de agosto de 2014

Grafologia arquetípica pode te ajudar a se entender melhor e mudar características negativas.



Já parou para pensar porque a assinatura é tão individual e tão difícil de imitar? Muito mais do que uma forma de garantir a legitimidade de um documento, a forma como você assina seu nome e sobrenome revela sua personalidade, seu passado e até dá pistas para o futuro.


Antes de mais nada, é preciso entender que nomear algo é organizar e dar uma identidade, e que o seu nome está totalmente ligado a quem você é. “O inconsciente, sabendo que nosso nome é a expressão total e absoluta do ser, tem na assinatura a dinamização disso. Quando eu assino, coloco meu nome já filtrado por atividades mentais muito complexas no papel, a assinatura representa e é você”, explica ROBERTO GOLDKORN, psicoterapeuta e criador da técnica de Grafologia Arquetípica.

Atualmente, empresas e bancos usam a análise da assinatura na hora de contratar, promover ou até demitir um funcionário, já que ela revela a maneira como lida com o mundo e a sua personalidade. “Temos duas visões para a ANÁLISE. Quando é feita do ponto de vista funcional, quando existe uma empresa interessada nessa análise para um terminado trabalho, não vejo detalhes íntimos que não importam para esse objetivo, vou apenas ver o potencial da pessoa de acordo com aquilo que o trabalho precisa dela”, conta. Nessas horas, o profissional diz que olha principalmente as letras sociais, que têm participação no encantamento, como o “C”, o “L” e o “U” bem grafados.

AS TENDÊNCIAS PESSOAIS

As assinaturas podem enquadrar as pessoas em três “grupos”: conservadoristas, criativas-afetivas e híbridas, que unem um pouco das outras duas.

CONSERVADORES: “A assinatura pessoal leva em conta os desenhos conservadoristas. A linha base da assinatura se assenta de maneira bem reta e horizontal, como se a pessoa estivesse assinando sobre uma régua, com boa legibilidade e cabe dentro de um retângulo. Essas pessoas têm a natureza mais conservadora e buscam uma vida com estabilidade como a característica base”, revela.


CRIATIVOS/AFETIVOS: “são as pessoas que vieram para o risco, do tudo ou nada, para criar seu próprio caminho. Vão ser profissionais liberais, empreendedores, negociantes e pessoas que pulam do trapézio sem rede de proteção. São assinaturas de traço veloz, nervoso, que dificultam a legibilidade, que fazem voltas, que vão para um lado e para outro. Até a vida sentimental desses indivíduos costuma ser mais turbulenta”.

HÍBRIDOS: “são as pessoas que tem um pouco de uma e muito de outra, misturando o afetivo criativo com o conservador, sempre prevalecendo mais um traço do que o outro. Muitas vezes elas vão buscar o emprego do conservadorismo, mas também vão fazer alguma coisa por fora que atenda sua necessidade de se arriscar um pouco. Você vai ver que a assinatura, a linha base, é reta, mas ela vai ter uma letrinha com alguma volta mais dramática”, conta. Também é possível saber se o lado conservador ou criativo vem dos pais ou se é dela, de acordo com a maneira que escreve o nome e o sobrenome. “Se  ela assina o nome com traço rápido, mas o sobrenome mais certinho, a herança conservadora veio dos pais e ela mesma desenvolveu o lado rebelde”, completa.

PROMOVENDO MUDANÇAS

Você já deve ter percebido que a assinatura é mutável, e que ela SE TRANSFORMA no decorrer dos anos, sendo necessário até mesmo atualizá-la de tempos em tempos no banco. Isso acontece porque processos neuropsíquicos interferem diretamente no traço, acompanhando a evolução das pessoas. “Algumas raras pessoas conseguem MUDAR PARA MELHOR intuitivamente, mas a tendência é que ela piore a assinatura sem orientação”, adverte.

De acordo com o estudo, analisar a assinatura pode ser uma ótima maneira de se conhecer melhor, e até mesmo de promover mudanças nas suas características negativas, o que exigirá bastante treino. Para o especialista, “se a gente entender que esses traços permitem analisar seu potencial afetivo, social e comunicativo, que não estão só na assinatura, que vieram de algum lugar do seu cérebro”, é possível fazer mudanças e correções para utilizar o caminho inverso para promover a “cura”. Um exemplo? Ele conta que o “a” achatado e bem aberto costuma indicar DEPRESSÃO, então o grafologista pede que a pessoa passe a escrevê-lo de outra forma para que o cérebro seja bombardeado com uma informação nova.

Fonte: Daquidali

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